Escola Sec. Aurélia de Sousa

A 24 de janeiro de 2019 foi realizada a segunda simulação de uma audiência de julgamento do caso “Hoje, Não!”, desta feita, na Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto.

A audiência de julgamento contou com a participação de:

  • Mariana Fernandes Tavares, estudante, como Joana Melo, a Vítima;
  • Rafael Silva Fernandes, estudante, como Miguel Fonseca, o Arguido;
  • Bárbara Andreia Silva Freitas, estudante, como Felisbela Melo, a mãe de Joana Melo, testemunha de Acusação;
  • Ana Lúcia Ramos Toga Soares, estudante, como Célia Santos, amiga de Joana Melo, testemunha de Acusação;
  • Ana Mafalda Santos Silva, estudante, como Alzira da Conceição, a vizinha de Joana Melo, testemunha de Defesa;
  • Tiago Alves Pedro, estudante, como Paulo Silva, amigo de Miguel Fonseca, como testemunha de Defesa;
  • Alice Veloso Ferreira, estudante, como Oficial de Justiça;
  • Mariana Vilas Boas, Advogada, como Magistrada Judicial;
  • Catarina Roriz, Procuradora, como Ministério Público;
  • Angelina Teixeira, Advogada, representou a Vítima;
  • Joana Forbes, Advogada, assegurou a defesa do Arguido

A Narração e a orientação da Sessão estiveram a cargo da Advogada Mariana Vilas Boas.

Foram debatidos alguns dos mitos e preconceitos relacionados com o crime de violação e @s estudantes tiveram oportunidade de apresentar as suas opiniões e dúvidas. @s participantes questionaram, igualmente, as profissionais intervenientes sobre como procederiam em casos semelhantes, levantando problemas morais e relacionados com a prova.

A apresentação de resultados dos questionários e votação preenchidos na simulação aos estudantes teve lugar a 27 de fevereiro de 2019.
Foram analisadas 91 respostas de 26 rapazes e 65 raparigas, com idades entre os 15 e os 21 anos, sendo que a maioria [email protected] [email protected] tem 17 anos.

58 estudantes (12 rapazes e 46 raparigas) optaram por condenar o arguido em pena de prisão efetiva. 10 rapazes e 11 raparigas entenderam dever ser aplicada ao caso a suspensão da execução da pena de prisão. Apenas um rapaz e uma rapariga votaram na absolvição do arguido.

Abordaram-se várias formas de violência de género, como a violência doméstica, e foram explicitados os motivos que, normalmente, conduzem as vítimas a permanecer em relações abusivas.

A pena de prisão suspensa na sua execução foi também alvo de esclarecimentos.

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